Dívida da Argentina: país busca por soluções para quitar parte do valor

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Em geral, falamos muito sobre a economia brasileira ou sobre a economia global. No entanto, um dos principais temas no quesito economia ultimamente é a dívida da Argentina. Assim sendo, dedicamos este espaço para dar a você uma perspectiva geral sobre o tema. Tendo dito isso, aproveitamos para convidá-lo a ler outros de nossos artigos sobre economia e finanças pessoais. Aqui no Conseil Credit nós abordamos diversos assuntos para sua informação e/ou educação financeira. Não deixe de conferir nossos outros conteúdos!

Bom, voltando para a Argentina, vamos contextualizar o problema. Isso para que você fique por dentro da situação econômica atual do país. Em linhas gerais, a nação vive uma crise relativamente longa. Há 2 anos a economia do país está no vermelho, somando-se a isso a inflação é recorde e a taxa de pobreza alta, superando os 40%. Para resolver o problema, Alberto Fernández, presidente desde 2019, tem tentado reestruturar os vencimentos da dívida externa do país. Por sua vez, esta soma é de cerca de 150 bilhões de dólares (658 bilhões de reais). A situação é crítica.

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dívida da Argentina
O tema de hoje é a dívida da Argentina: confira como o país está se preparando para lidar com o problema. (Foto: Exame)

A situação atual da dívida da Argentina

Nesse contexto, veremos como o novo governo pretende resolver a dívida da Argentina. É bastante coisa para resolver de vez, no entanto é possível fazer estratégias para minimizar o problema e melhorar a vida do povo. Com 40% da população desempregada e pagando por coisas com a inflação alta, o estilo de vida da população fica muito mais difícil. A aposta dos argentinos em um governo de centro-esquerda revela uma busca por um estilo de governo que leve em consideração o interesse do povo em uma situação tão complexa.

Nessa conjuntura, podemos dizer que as medidas pensadas por Fernández não sacrificam a população argentina. O governo encontrou apoio no Fundo Monetário Internacional. Contudo, lembre-se que a Argentina já deve ao FMI 44 bilhões de dólares (193 bilhões de reais). Apesar disso, o órgão permitiu que não houvesse um ajuste fiscal tradicional da dívida e, dessa forma, se colocou ao lado do Governo.

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No que tange o restante do débito, a ideia é que Fernández consiga convencer credores privados a aceitar um pagamento de 30% a 50% da dívida da Argentina. Para isso, é importante propor pelo menos um plano de previsibilidade para o pagamento. A maneira como o país fará isso é imprescindível. Não só para que não só esses credores, mas também o mundo considerem a Argentina um país confiável novamente. A fim de acompanhar os desenvolvimentos da negociação, continue acompanhando o Conseil Credit!

Fonte: El País

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